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sábado, 5 de dezembro de 2009

Histórias de Amor







Finalmente vou postar os trabalhos que fiz sobre as Histórias de amor : Romeu e Julieta, Tristão e Isolda e Páris e Helena.

Romeu e Julieta:
Após contar a história, conversamos sobre os hábitos que exstiam naquela época que levaram os dois a  cometerem tão tragédia: casamento arranjado pelos pais (Julieta iria se casar com Páris), casar muito cedo, as declarações de amor que fizeram um para o outro, a forma como se conheceram... tudo isso comparando com os dias atuais.
Apresentei a eles a frase: Romeu sonha com Julieta. E propus que cada um falasse sobre seus sonhos, em seguida entreguei metade de uma folha de papel onde eles se desenhariam e entreguei um balãozinho (desses de falas de história em quadrinhos) de pensamento onde eles teriam que escrever seu sonho. Ficou assim:





Depois no caderno entreguei duas roupinhas: uma de Romeu  e outra de Julieta, eles colaram no caderno, fizeram os personagens e depois desenharam a parte que eles mais gostaram da história. Entreguei tb outros balõezinhos de fala  e eles criaram o diálogo entre os personagens.




Depois explorei a palavra sonha e o fonema /nha/. Fizemos permuta de palavras e enriquecemos nosso vocabulário:

Fizemos um paralelo com a história de Romeu e Julieta contado pela turma da Mônica e elaborei este exercício:


Se você quiser entre no site da turma da Mônica http://www.monica.com.br/ clique em quadrinhos e procure por "histórias seriadas", lá vc encontrará o gibi famoso da Turma da Monica  em Romeu e Julieta. Abaixo tem escrito "apresentação" e as páginas do gibi em cada numero em vermelho, é só clicar e salvar no seu computador. Ou mais fácil os alunos podem ler a história no proprio computador.



Tristão e Isolda:
Essa atividade deu um pouquinho mais de "trabalho". Após contar a história utilizando dedoches de feltro ( de princesa e de cavaleiro), conversamos sobre a história e eles fizeram comparações incríveis com a de Romeu e Julieta. Inclusive disseram que não estavam gostando das histórias pois elas sempre terminavam de maneira ruim.
Apresentei a eles um papel pardo com um desenho e uma frase: "Tristão chora de amor por Isolda."
Em seguida propus que cada um escrevesse uma frase registrando assim a história que acabaram de ouvir:



No caderno desenharam e escreveram uma frase sobre a história:



Destaquei na frase a palavra chora e o fonema /ch/. Ampliamos o vocabulário através de permuta de palavas assim como fizemos na história anterior.



Páris e Helena
Esta história foi mais complicada de contar , já que não encontrei na biblioteca da escola nenhum livro que contasse a história. Portanto, contei a história sem mostrar nenhuma gravura, o q tb foi bacana para o desenvolvimento da próxima atividade: propus que contassemos a história através de "historia em quadrinhos" onde eles teriam que recontar a história de acordo com a sua imaginação. A turma foi dividida em pequenos grupos e cada um ficou responspavel por um quadrinho. Receberam para isso, roupinhas recortadas de revista. Resultado final foi este:



Registramos no caderno mais esta história de amor através do desenho e sempre estimulando a escrita e a formação de frase:


Através da famosa Guerra de Tróia, discutimos fazendo um contraponto de tudo o que foi visto e dito sobre o amor e abordamos a questão dos atos ruins que o homem estabelece em sua vida e que prejudica a ele mesmo. Destacamos a palavra GUERRA .  Com o titulo : "Sem amor, só no resta a guerra." fizemos o nosso outro cartaz: no dia anterior depois que discutimos sobre os motivos que levam o homem a entrar numa guerra, pedi que eles observassem em casa , na comunidade ou no caminho para casa, coisas ruins que eles viram feito pelo homem e que escrevessem numa tiurinha de papel. No dia seguinte eles trouxeram e leram para a turma. Entreguei uma outra tirinha em branco e pedi para que eles escrevessem a atitude certa que essa pessoa deveria ter, sempre de acordo com o que ele escreveu. O resultado foi esse:



Ou seja, de um lado ficaram as atitudes erradas que as pessoas cometem no dia a dia e ao lado o o contrário daquilo q eles viram (a atitude correta).

Depois dessas histórias comecei a falar dos "Contos de Fadas" e eles adoram, pois seguindo eles, sempre tem um final feliz e foram felizes para sempre... ao contrário dessas história que eles conheceram.
Mas acho q a experiência foi válida e absorveram bem , aprenderam a tirar suas conclusões e viram que até mesmo nas histórias nem tudo acaba do jeito q  a gente quer!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Historia de Amor: Páris e Helena


A próxima História é sobre outro casal: Páris e Helena

História:
" A história de amor de Páris e Helena faz parte da mitologia greco-romana. Páris era filho mais novo de Príamo e Hécuba, reis de Tróia. Assim que Páris nasceu foi mandado para o Ida, onde foi criado por pastores, que o chamavam de Alexandre, pois sua mãe na gravidez, sonhou que estava parindo uma tocha que colocaria fogo em Tróia. Depois de algum tempo, Páris voltou à Troia, revelando sua verdadeira identidade.
A respeito de Helena, esposa de Menelau, existem várias versões, tornando sua lenda dificil de decifrar. Quando seu pai, decidiu que chegara a hora de Helena se casar, muitos pretendentes apresentaram-se. Motivados por sua beleza, Helena, depois de muito hesitar entre os vários concorrentes, escolheu Menelau.
Enquanto isso, numa das inumeras viagens de Páris à Esparta, conheceu Helena, através de seus irmãos. Alguns dias depois Menelau teve de  ausentar-se e deixou os visitantes sob os cuidados de |Helena. A viagem de Menelau acabou facilitando o contato de Páris e Helena, esta tornada ainda mais bela pelas artes de Afrodite, a deusa da beleza. Helena deixou-se atrair, e também acabou se apaixonando por Páris, sendo seduzida por ele, que já estava caido de amores por tal beleza.
Forçada a tomar uma decisão, Helena resolveu deixar Menelau e fugir com Páris, durante a noite, levando consigo todos os seus tesouros. Os amantes dirigiram-se para Tróia, onde foram recebidos por toda a casa real.
Pouco tempo depois chegaram a Tróia os embaixadores da Grécia, para reclamar a fugitiva. Esse embaixadores eram Ulisses e Menelau, e nenhuma tentativa de negociação deu certo, resultando desse impasse a Guerra de Tróia.
Durante a Guerra Páris foi atingido pr uma flecha envenenada e pediu ajuda a única pessoa que poderia curá-lo: Enone , a ninfa que ele abandonara por Helena. Esta, ainda sofrendo com a atitude de Páris, recusou-se a auxiliá-lo, e quando mudou de idéia, por ainda amar Páris, já era tarde. Páris já havia morrido em consequencia do ferimento.
Morto Páris, Helena ficou sozinha,e ,mais tarde encontrou-se com Menelau que como primeiro impulso teve vontade de matá-la. No entanto, novamente não conseguiu resistir a beleza de Helena, e tornou a se apaixonar por ela, perdoando-a. Juntos voltaram  para Esparta, onde viveram até o final  dos dias de Menelau.
Helena, no entanto, jamais deixou de amar Páris."

Filme:
Na Grécia antiga, a paixão de um dos casais mais lendários da História, Páris, príncipe de Tróia (Orlando Bloom), e Helena (Diane Kruger), rainha de Esparta, desencadeia uma guerra que irá devastar uma civilização. Páris rouba Helena de seu marido, o rei Menelau (Brendan Gleeson), e este é um insulto que não pode ser tolerado. A honra da família determina que uma afronta a Menelau seja considerada uma afronta a seu irmão Agamenon (Brian Cox), o poderoso rei de Micenas, que logo une todas as tribos da Grécia para trazer Helena de volta, em defesa da honra do irmão.

Na verdade, a busca de Agamenon por honra é suplantada por sua ganância – ele precisa controlar Tróia para garantir a supremacia de seu vasto império. A cidade cercada de muralhas, comandada pelo rei Príamo(Peter O'Toole) e defendida pelo poderoso príncipe Heitor (Eric Bana), é uma fortaleza que nenhum exército jamais conseguiu invadir. A chave da derrota ou da vitória sobre Tróia é um único homem: Aquiles (Brad Pitt), tido como o maior guerreiro vivo.
Arrogante, rebelde e aparentemente invencível, Aquiles não tem lealdade a nada nem a ninguém, a não ser à sua própria glória. É sua sede insaciável pelo eterno reconhecimento que o leva a atacar os portões de Tróia sob a bandeira de Agamenon – mas será o amor que acabará por decidir seu destino.Dois mundos entrarão em guerra por honra e poder. Milhares perecerão em busca de glória. E, por amor, uma nação será reduzida a cinzas. Direção de Wolfgang Petersen.Roteiro de David Benioff, baseado em poema de Homero.Recebeu uma indicação ao Oscar.Apesar de algumas adaptações Hollywoodianas, a produção está fiel à obra de Homero. É um filme obrigatório, suntuoso, rico em detalhes!!


Outra versão cinematográfica:
Helena de Tróia (2003)


Hecuba (Maryam d'Abo), a rainha de Tróia, teve um filho que se chamaria Alexandre, mas Príamo (John Rhys-Davies), o rei, dava atenção às visões premonitórias de sua jovem filha, Cassandra (Emilia Fox), que diz que se o bebê não fosse morto Tróia seria destruída pelo fogo. Então Príamo ordena para um serviçal atirar a criança do alto de uma montanha. O encarregado de cumprir a ordem real não tem coragem de matar o bebê e o abandona. Um pastor acolhe o bebê, o chama de Páris (Matthew Marsden) e o cria como se fosse seu. Os anos se passam e Páris se torna um belo jovem, que cuida de um rebanho de cabras. Um dia ele tenta recuperar um cabrito, que foi na verdade manipulado por três deusas: Hera (Andreea Radutoiu), Atena (Gina Nalamlieng) e Afrodite (Emily Kosloski). Elas disputavam entre si qual delas seria a mais bela e escolheram Páris como juiz. Hera lhe prometeu riquezas inimagináveis se fosse a escolhida, já Atena disse que lhe daria vitórias para sempre e Afrodite lhe promete a mulher mais bela do mundo, Helena (Sienna Guillory), fazendo com que Páris tenha uma visão dela. Paralelamente Helena, uma princesa de Esparta, tem uma visão de Páris. Logo depois ela estava conhecendo o rei de Micenas, Atreu (Edward Mercieca), e seus filhos, os príncipes Agamenon (Rufus Sewell) e Menelau (James Callis), pois o primeiro fora até lá para desposar Clitemnestra (Katie Blake), sua prometida e filha de Tíndaro (Richard Durden), rei de Esparta e irmã de Helena. Helena acha tudo estranho, pois não quer ser prometida para nenhum príncipe e sonha se casar com o homem com quem teve uma visão. Durante as bodas de Clitemnestra e Agamenon, Helena se ausenta por um instante, pois se incomodou com o jeito que Agamenon e Menelau olhavam para ela. Ela é então seqüestrada por Tiseu (Stellan Skarsgard), rei de Atenas e um amigo. Helena não sabia, mas isto era o início do fim de uma cidade que ela não conhecia ainda: Tróia.



Literatura Infantil:



O desenvolvimento desse trabalho colocarei junto com os outros!



História de Amor: Tristão e Isolda




Depois de conhecermos a história de Romeu e Julieta chegou a vez de Tristão e Isolda.
Um breve histórico:

"Tristão e Isolda são personagens de uma lenda cuja origem exata nos é desconhecida, sabendo-se apoenas que as primeiras versões escritas datam do século X.
Dizem que Tristão, tendo ficado orfão, teve sua herança tomada pelos vassalos de seu pai. Desprotegido, foi morar com o tio, um rei cahamdo Marcos, que o transformou num cavaleiro da Távola Redonda.
Numa batalha com o gigante Morolt, a quem o rei Marcos pagava pesados impostos, Tristão foi feriso, e seus ferimentos só poderiam ser curados pela magia da rainha da Irlanda, inimiga declarada de seu tio. Disfarçando-se de músico, e usando o nome de Tântris, Tristão foi conduzido ao castelo da rainha, onde se tronou professor de música da princesa Isolda.
Apos ser curado pela rainha, Trsitão regressou ao castelo de su tio, a quem descreveu a beleza de Isolda. O rei Mracos, embevecido pelas palavras de Tristão, vislumbrou uma boa maneira de acabr com a inimizade enter ele e a rainha da Irlanda, e pediu a mão de Isolda em casamento. A rainha concordou com o casamento e organizou um banquete de núpcias, preparando uma poção mágica que levaria os noivos, o rei Marcos e a princesa Isolda á paixão imediata.
Durante o banquete, porém, os copos que continham a poção mágica da piaxão foram trocados, por acidente, e quem bebeu, em lugar do rei Marcos, foi Tristão. Imediatamente ele e Isolda apaixonaram-se , embora o casamento tenha prosseguido. Tomados pela paixão incontrolável, Tristão e Isolda encontravam-se às escondidas, mas forma um dia surpreendidos pelo rei Marcos, que magoado, expulsou-os do castelo. Após vagarem sem destino certo por algum tempo, totalmente sem posses, não encointrando guarida em lugar nenhum, pois todos temiam a ira do rei Marcos, Tristão e Isolda chegaram a um estado de terrível penúria. Penalizado, o rei Mracos os perdoou, acolhendo Isolda em seu castelo e deportando seu sobrinho Tristão para bem longe.
Afastado para terras distantes, sem esperanças, Trsitão acabou casando-se com outra moça, também, por coincidência, chamada Isolda. Esta apesar de amá-lo muito, nunca conseguiu fazê-lo esquecer o antigo amor, e por isso sentia terrível ciúme.
Em outra batalha Tristão viu-se novamente ferido, e pediu para Isolda, sua amada, que havia herdado da mãe a arte da cura, que viesse atendê-lo. Isolda, uqe também ainda amava Trstão, não negou sua ajuda. Mandou avisar que chegaris num navio que treia velas barncas se tudi estivesse bem. A esposa de Tristão, entretanto magoada com a atitude d esue marido, quis vingar-se dele,e ao avistar o navio chegando disse-lhe que este tinha velas negras, anunciando que Isolda havia falecido durante a viagem.
Tristão não suportou a suposta perda de Isolda e morreu. Quando Isolda finalmente desembarcou para rever seuamor Tristão, já era tarde. Encontrou-o já morto."

Fonte: Livro "Almas Gêmeas" de Mônica Buonfiglio.

Existem inumeras versões para esta mesma história e numa delas, Isolda ao encontrar seu amado morto, morre de tristeza também. Outro final é que Isolda ao chegar no local ocorrido, vai até ele, deita-se junto a ele, beija-o na boca e no rosto, abraça-o forte e morre. Quando o rei Marcos sabe da morte dos dois, vai até a Bretanha buscar seus corpos. Sepulta-os separados por uma capela. Mas durante a noite, da tumba de Tristão brota um espinheiro verde, com flores perfumadas e elevou-se por cima da capela até o túmulo de Isolda, três vezes o cortaram, três vezes ele voltou. E, sendo assim, resolveram deixá-los em paz.
Escolha o seu final!!

Fizemos desenhos e texto coletivo, cada um escreveu uma frase sobre a lenda medieval.
Retirei a frase chave: Tristão chora pelo amor de Isolda. Destaquei a palavra chora e o dígrafo /CH/.
Fico devendo tb os trabalhos sobre esta historia de amor.

Filme sobre a história:

Sinopse

Clãs lutam pelo poder na Inglaterra da Idade Média após a queda do Império Romano. Tristão, jovem cujos pais são assassinados, é adotado por seu tio, Lorde Marke, e vira seu maior guerreiro. Dado como morto, Tristão é encontrado e tratado pela bela Isolda, com quem troca juras de amor, mas mantém seu nome em segredo. Ele ganha em um torneio de lutas a mão da princesa irlandesa para Lorde Marke, sem saber que ela é na verdade Isolda. O casamento trará a paz e a unificação dos clãs, mas a paixão faz com que Tristão e Isolda arrisquem tudo para viver seu amor proibido.
Elenco

James Franco .... Tristan
Sophia Myles .... Isolde



Vale a pena conferir o filme, mesmo que sua turma seja pequena e vc não passe para eles verem.


ROMANCE (2008) (Romance (2008), Brasil, 2008)


Ana (Letícia Sabatella) e Afonso (Wagner Moura) são dois jovens atores que se apaixonam durante a montagem teatral de Romance de Tristão e Isolda. Ao mesmo tempo que recriam a história deste casal mítico que está na origem de todos os casais românticos, eles tentam descobrir para si próprios uma nova forma de se relacionar.






sexta-feira, 13 de novembro de 2009

História de Romeu e Julieta



Nas minhas pesquisas sobre esta obra, encontrei assuntos muitos interessantes que compartilharei com vcs!
Um breve histórico sobre a história e seu autor:

Romeu e Julieta (no original em inglês, Romeo and Juliet) é uma tragédia escrita nos primórdios da carreira literária de William Shakespeare (entre 1591 e 1595) sobre dois adolescentes cuja morte acaba unindo suas famílias, outrora em pé de guerra. A peça ficou entre as mais populares na época de Shakespeare e, ao lado de Hamlet, é uma das suas obras mais levadas aos palcos do mundo inteiro. Hoje, o relacionamento dos dois jovens é considerado como o arquétipo do amor juvenil.
Romeu e Julieta pertence a uma tradição de romances trágicos que remonta à antiguidade. Seu enredo é baseado em um conto da Itália, traduzido em versos como A Trágica História de Romeu e Julieta por Arthur Brooke em 1562, e retomado em prosa como Palácio do Prazer por William Painter em 1582. Shakespeare baseou-se em ambos, mas reforçou a ação de personagens secundários, especialmente Mercúcio e Páris, a fim de expandir o enredo.
Em mais de cinco séculos de realização, Romeu e Julieta tem sido adaptada nos infinitos campos e áreas do teatro, cinema, música e literatura. Enquanto William Davenant tentava revigorá-la durante a Restauração Inglesa, e David Garrick modificava cenas e removia materiais considerados indecentes no século XVIII, Charlotte Cushman, no século XIX, apresentava ao público uma versão que preservava o texto de Shakespeare. A peça tornou-se memorável nos palcos brasileiros com a interpretação de Paulo Porto e Sônia Oiticica nos papéis principais, e serviu de influência para o Visconde de Taunay em seu Inocência, também baseado em Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco, considerado o "Romeu e Julieta lusitano". Além de se mostrar influente no ultrarromantismo português e no naturalismo brasileiro, Romeu e Julieta mantém-se famosa nas produções cinematográficas atuais, notavelmente na versão de 1968 de Zeffirelli, indicado como melhor filme, e no mais recente Romeu + Julieta, de Luhrmann, que traz seu enredo para a atualidade.

Sinopse:
A peça abre numa rua com o desentendimento entre os Montecchios e os Capuletos. O Príncipe de Verona intervém e declara que irá punir com morte as pessoas que colaborarem para mais uma briga de ambas as famílias. Mais tarde, Páris conversa com Capuleto sobre o casamento de sua filha com ele, mas Capuleto está confuso quanto o pedido porque Julieta tem somente treze anos. Capuleto pede para Páris aguardar dois anos e o convida a uma planejada festa de balé que será realizada na casa. A Senhora Capuleto e a Ama de Julieta tentam persuadir a moça a aceitar o cortejo de Páris. Após a briga, Benvólio encontra-se com seu primo Romeu, filho dos Montecchios, e conversa sobre a depressão do moço. Benvólio acaba descobrindo que ela é o resultado de um amor não-correspondido por uma garota chamada Rosalina, uma das sobrinhas do Capuleto. Persuadido por Benvólio e Mercúcio, Romeu atende o convite da festa que acontecerá na casa dos Capuletos em esperança de encontrar-se com Rosalina. Contudo, Romeu apaixona-se perdidamente por Julieta. Após a festa, na famosa "cena da varanda", Romeu pula o muro do pátio dos Capuletos e ouve as declarações de amor de Julieta, apesar de seu ódio pelos Montecchios. Romeu e Julieta decidem se casar.
Com a ajuda de Frei Lourenço - esperançoso da reconciliação das famílias através da união dos dois jovens - eles conseguem se casar secretamente no dia seguinte. Teobaldo, primo de Julieta, sentindo-se ofendido pelo fato de Romeu ter fugido da festa, desafia o moço para um duelo. Romeu, que agora considera Teobaldo seu companheiro, recusa lutar com ele. Mercúcio sente-se incentivado a aceitar o duelo em nome de Romeu por conta de sua "calma submissão, vil e insultuosa".[4] Durante o duelo, Mercúcio é fatalmente ferido e Romeu, irritado com a morte do amigo, prossegue o confronto e mata Tebaldo. O Príncipe decide exilar Romeu de Verona por conta do assassinato salientando que, se ele retornar, terá sua última hora.[5] Capuleto, interpretando erroneamente a dor de Julieta, concorda em casá-la imediatamente com o Conde Páris e ameaça deserdá-la quando ela recusa-se a se tornar a "alegre noiva" de Páris. Quando ela pede, em seguida, o adiantamento do casamento, a mãe lhe rejeita. Quando escurece, Romeu, secretamente, passa toda a noite no quarto de Julieta, onde eles consumam seu casamento
No dia seguinte, Julieta visita Frei Lourenço pedindo-lhe ajuda para escapar do casamento, e o Frei lhe oferece um pequeno frasco, aconselhando: "… bebe seu conteúdo, que pelas veias, logo, há de correr-te humor frio, de efeito entorpecedor, sem que a bater o pulso continue em seu curso normal, parando logo…"[6] O frasco, se ingerido, faz com que a pessoa durma e fique num estado semelhante a morte, em coma por "duas horas e quarenta".[7] Com a morte aparente, os familiares pensarão que a moça está morta e, assim, ela não se casará indesejadamente. Por fim, Lourenço promete que enviará um mensageiro para informar Romeu — ainda em exílio — do plano que irá uni-los e, assim, fazer com que ele retorne para Verona no mesmo momento em que a jovem despertar. Na noite antes do casamento, Julieta toma o remédio e, quando descobrem que ela está "morta", colocam seu corpo na cripta da família.
A mensagem, contudo, termina sendo extraviada e Romeu pensa que Julieta realmente está morta quando o criado Baltasar lhe conta o ocorrido. Amargamente, o protagonista compra um veneno fatal de um boticário que encontra no meio do caminho e dirige-se para a cripta dos Capuletos. Por lá, ele defronta-se com a figura de Páris. Acreditando que Romeu fosse um vândalo, Páris confronta-se contra o desconhecido e, na batalha, o segundo dos dois assassina o outro. Ainda acreditando que sua amada está morta, ele bebe a poção. Julieta acaba acordando e, descobrindo a morte de Romeu, se suicida com o punhal dele, vendo que a poção do moço não possuía mais nenhuma gota. As duas famílias e o Príncipe se encontram na tumba e descobrem os três mortos. Frei Lourenço reconta a história do amor impossível dos jovens para as duas famílias que agora se reconciliam pela morte dos seus filhos. A peça termina com a elegia do Príncipe para os amantes: "Jamais história alguma houve mais dolorosa / Do que a de Julieta e a do seu Romeu."
                                                             Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre



Um pouquinho de "Amor de perdição" obra literária de Camilo Castelo Branco.
Camilo Castelo Branco conquistou fama com a novela passional Amor de Perdição. Bem ao gosto romântico, a característica principal da novela passional é o seu tom trágico. As personagens estão sempre em luta contra terríveis obstáculos para alcançar a felicidade no amor. Normalmente, essa busca é frustrante. Mesmo quando os amantes ficam juntos, isso é conseguido a custa de muito sofrimento. Os direitos do coração, frequentemente, vão de encontro aos valores sociais e morais. Segundo o autor, Amor de Perdição foi escrito em 15 dias em 1861, quando ele estava preso na cadeia da Relação, na cidade do Porto, por ter-se envolvido em questões de adultério.

Como o drama de Romeu e Julieta, a obra focaliza dois apaixonados que têm como obstáculo para a realização amorosa a rivalidade entre as famílias. A ação se passa em Portugal, no século 19. O narrador diz contar fatos ocorridos com seu tio Simão. Residentes em Viseu, duas famílias nobres, os Albuquerques e os Botelhos, odeiam-se por causa de um litígio em que o corregedor Domingos Botelho deu ganho de causa contrário aos interesses dos primeiros. Simão é um dos cinco filhos do corregedor.
Devido ao seu temperamento explosivo, Simão envolve-se em confusões. Seu pai o manda estudar em Coimbra, mas ele se envolve em novas confusões e é preso. Liberto, volta para Viseu e se apaixona por Teresa Albuquerque, sua vizinha.
A partir daí, opera-se uma rápida transformação no rapaz. Simão se regenera, torna-se estudioso, passa a ter como valor maior o amor, e todos os seus princípios são dele decorrentes. Os pais descobrem o namoro.
O corregedor manda o filho para Coimbra. Para Teresa restam duas opções: casar-se com o primo Baltasar ou ir para o convento. Proibidos de se encontrar, os jovens trocam correspondência, ajudados por uma mendiga e por Mariana, filha do ferreiro João da Cruz. Mariana encarna o amor romântico abnegado.
Apaixona-se por Simão, embora saiba que esse amor jamais poderá ser correspondido, seja pelo fato de Teresa dominar o coração do rapaz seja pela diferença social: ela era de condição humilde, filha de um ferreiro. Mesmo assim, ama a tal ponto de encontrar felicidade na felicidade do amado.
Depois de ameaças e atentados, Teresa rejeita o casamento. Por isso será enviada para o convento de Monchique, no Porto. Simão resolve raptá-la, acaba por matar seu rival e se entrega à polícia. João da Cruz oferece-se para ajudá-lo a fugir, mas ele não aceita, pois é o típico herói romântico.
Matou por amor à Teresa, portanto assume seu ato e faz questão de pagar. Enquanto Simão vai para a cadeia, sua amada vai para o convento. Mariana, por sua vez, procura estar sempre ao lado de Simão, ajudando-o em todas as ocasiões. Condenado à forca, a sentença é comutada e Simão é degredado para a Índia.
Quando ele está partindo, Teresa, moribunda, pede que a coloquem no mirante do convento, para ver o navio que levará seu amado para longe. Após acenar dizendo adeus, morre. Seu amor exagerado a leva à perdição.

Durante a viagem, Mariana, que acompanha Simão, mostra-lhe a última carta de Teresa. Ele fica sabendo da sua morte, tem uma febre inexplicável e morre. Seu amor exagerado o leva à perdição. Na manhã seguinte, seu corpo é lançado ao mar. Mariana não suporta a perda e se joga ao mar, suicidando-se abraçada ao cadáver de Simão. Seu amor exagerado a leva à perdição.

Li este livro na época do 2° grau e lembro que tinha uma gramática que continha vários trechos da obra para análise, leitura e interpretação. É uma pena que não tenho mas este livro e muito menos sei por onde ele anda. Mas vale a pena conferir!
No link http://www.livrosparatodos.net/downloads/amor-de-perdicao.html vc consegue fazer download do livro.



Filmes que falam sobre Romeu e Julieta:





"Romeu & Julieta" de Franco Zefirelli de 1968

Com: Olivia Hussey * Leonard Whiting * Milo O Shea * Michael York * John McEnery
Duração aproximada: 138 minutos













 
Romeu & Julieta" de Baz Lurmman de 1998
Leonardo DiCaprio, Claire Danes, John Leguizamo




Nesta versão para os dias de hoje da peça de Shakespeare o cenário é Verona Beach. Os Capuleto e os Montéquio, duas famílias que sempre se odiaram, têm rixas sem cessar, mas isto não impede que Romeu (Leonardo DiCaprio), um Montéquio, se apaixone pela bela Julieta (Claire Danes), uma Capuleto. Entretanto, uma apresentadora de televisão anuncia que este amor profundo acabará por gerar trágicas consequenciais, em virtude desta insana rivalidade familiar
 









O Casamento de Romeu e Julieta
Alfredo Baragatti (Luís Gustavo) é um advogado descendente de italianos, que é palmeirense roxo e membro do Conselho Deliberativo do clube. Alfredo criou sua Julieta (Luana Piovani) para ser como ele, mais uma apaixonada pelo Palmeiras. Batizada em homenagem aos ídolos palmeirense, "juli" de Julinho e "eta" de Echevarietta, ela é jogadora do time feminino do Palmeiras, jogando como centroavante. Julieta se apaixona por Romeu (Marco Ricca), um médico oftalmologista de 45 anos que é corinthiano roxo. Em nome do amor Romeu aceita se passar por palmeirense, chegando a se filiar como sócio do clube e ir aos jogos para torcer pelo rival. Tais atitudes geram desconfiança em sua família, principalmente em seu filho Zilinho (Leonardo Miggiorin) e na avó Nenzica (Berta Zemmel), ambos corinthianos fanáticos.









WEST SIDE STORY
1962. De Robert Wise e Jerome Robbins. Com Natalie Wood, Richard Beymer, Rita Moreno, George Chakiris.












Versão moderna de Romeu e Julieta ambientada no Rio de Janeiro. Na história, rapaz pobre do Morro do Cantagalo e uma jovem rica de Ipanema se apaixonam perdidamente. Segundo trabalho do diretor Breno Silveira após o grande sucesso de “2 Filhos de Francisco”.
 Com :Thiago Martins ,Vitória Frate ,Rocco Pitanga













Minhas idéias ficam por aqui. Estou devendo os trabalhos que realizei em sala , mas vão ficar para a outra semana, pois esqueci de tirar as fotos. Até lá!